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Xabi Alonso: o modelo alternativo

Aquele que é seguramente o mais alternativo de todos os grandes futebolistas anunciou o fim de carreira, deixando já saudades pelo que é e foi dentro e fora dos relvados. Xabi Alonso é fã dos Massive Attack, ouve com frequência Tame Impala e Morrisey. Está muito longe do estereótipo e até se aventurou como modelo e com bons resultados…

Numa curta frase na rede social Instagram, Alonso registou: “Vivi-o. Amei-o. Até sempre, belo jogo”.
É a oficialização do que a imprensa alemã já especulava há algumas semanas, depois de se conhecer a vontade do jogador em não renovar contrato com o Bayern Munique. Aos 35 anos, o jogador-modelo para muitos jovens que querem chegar, pelo menos, aos seus calcanhares, diz a adeus assim, de forma seca e frontal, assumindo o que ele sempre foi, pois é daqueles que, segundo dizem, nunca deixa nada por dizer aos treinadores e companheiros, participando ativamente na elaboração da estratégia para cada jogo.

Internacional espanhol por 114 vezes, o currículo com 16 conquistas fala por ele: um Mundial, dois Europeus, uma Supertaça Europeia, duas Ligas dos Campeões, duas Bundesligas, uma Taça da Alemanha, uma Supertaça alemã, uma La Liga, duas Taças do Rei, uma Supertaça espanhola, uma Taça de Inglaterra e uma Supertaça inglesa.
Tudo ao serviço de Espanha, claro, Real Madrid, Liverpool e Bayern Munique, ele que começou a carreira na Real Sociedad e ainda pode ganhar na época do final da carreira, aos 35 anos, outra Bundesliga, Taça da Alemanha e Liga dos Campeões.
Nota: quando convidado a comentar o final de carreira de Alonso, Pep Guardiola, que orientou no Bayern, disparou: “Não se preocupem, vai regressar como treinador e vai ser bom!”

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