Rio Ave: Compensa jogar bom futebol?

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Rio Ave: Compensa jogar bom futebol?

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Reconhecidamente, o Rio Ave de Luís Castro é uma das equipas que melhor futebol pratica nos nossos relvados. Mas nem sempre essa qualidade de jogo tem tido correspondência nos resultados. Repare-se, nos últimos dez jogos no Campeonato, a equipa que mora junto ao aqueduto que outrora teve 999 arcos (caramba, o que custava fazer mais um?) apenas venceu dois e último esta 2.ª feira, na Amoreira. Nesta série, a equipa de Vila do Conde averbou cinco derrotas (ok, três perante os maiorais da prova) e três empates (dois deles em casa).
Este Rio Ave vale mais pontos que os 32 que tem na tabela classificativa. Não é uma equipa com grandes craques mas joga rápido e, também por isso, joga bem. Luís Castro mais uma vez mostra ser um treinador que põe as suas equipas a jogar bom futebol, estando justificado o corte do cordão umbilical com um FC Porto que até já orientou no seu escalão principal.
Para além de tudo isto, o Rio Ave é um clube que tem crescido sob a batuta do construtor civil António da Silva Campos. Tem uma estrutura pequena mas muito potenciada, do diretor geral, Miguel Ribeiro, ao diretor de comunicação, o ex-jornalista da Sport TV Marco Carvalho, que também já passou pela comunicação do Sp.Braga. Melhor ainda, o Rio Ave tem tido sucessivos lucros, fruto da sua boa política de contratações. O caso mais paradigmático é o do guarda-redes Ederson, de quem o clube vila-condense tem 50 por cento dos direitos desportivos.
Tenha-se ainda em conta que o Rio Ave foi o clube da 1.ª Liga onde José Mourinho esteve mais perto de fazer a sua estreia nestas lides. Mas essa é outra história.
 

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