Paulo Lopo: "Depois dos grandes, é o Leixões"

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08/03/2017
Pedro por Pedro no Estoril
08/03/2017

Paulo Lopo: "Depois dos grandes, é o Leixões"

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Paulo Lopo está a criar uma onda positiva que pode trazer muitos mais sócios ao Leixões, depois de ter tornado sócios a família direta (a mulher e os quatro filhos), uma notícia BnA que espoletou várias partilhas nas redes sociais. Há cinco meses na presidência do Leixões, representado a sua empresa (a Playfair) e numa parceria com a Onebiz, Lopo falou esta manhã connosco e explicou a atitude que tomou, aproveitando ainda para fazer um pequeno balanço do seu percurso no Leixões.
– O que o levou a tornar toda a família sócios de cartão do clube?
– Eu já era naturalmente sócio. Foi agora a vez da minha mulher e dos meus quatro filhos. Fiz isto naturalmente e porque está na altura do Leixões voltar a ser um clube grande e um clube grande começa na sua base de apoio. A maior partes dos antigos clubes grandes, de que dou como exemplo o Belenenses, foram perdendo dimensão porque também perderam sócios e as novas gerações desligaram-se. O Leixões, com mais de seis mil sócios, ainda não está assim mas é altura de envolvermos toda a família e os nossos jovens. Por isso, em breve iniciaremos também uma campanha que passa por visitar as diversas escolas do concelho. Quero que o Leixões tenha muitos mais sócios.
– Quantos sócios pode vir a ter o Leixões?
– No mínimo, 10 a 12 mil associados, o que já foi uma realidade. É perfeitamente possível atingirmos esta meta. Mas o que mais preocupa é a renovação dos sócios. A faixa etária dos nossos associados é alta e tem de haver uma renovação. Cabe-nos a nós, como figuras de maior relevo, dar o exemplo. Para já, criei com esta atitude uma onda no meio dos meus colegas de administração e direção.
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Costuma dizer que se sente 100 por cento leixonense embora só tenha chegado ao clube há poucos meses…
– Costumo dizer que vim para o Leixões porque gostava do Leixões. Assim que cá cheguei, apaixonei-me pelo Leixões. Temos uma massa associativa fantástica! Há vários anos que o Leixões não está no lugar que merece e mesmo assim continuamos a ter uma massa associativa que não desiste. Uma massa associativa muito envolvente. Tirando os grandes, é a que envolve mais as pessoas.
– A situação desportiva da equipa de futebol é que não é melhor, mergulhada que está na zona de descida. Está preocupado?
– Posso dizer que estou confiante. Pelas nossas contas bastarão 6/7 vitórias para podermos garantir a permanência, de forma a podermos ter uma vida nova na próxima época. Se ganharmos todos os jogos em casa à partida será suficiente. Sinto-me também confiante porque a equipa joga bem. Ainda não vi qualquer outra equipa a jogar melhor. Não temos tido muita sorte, com bolas perdidas e questões de arbitragem de que não gosto de falar. Mas, repito, estou confiante que se mantivermos esta qualidade vamos conseguir, para que este seja o ano zero. Este ano, noto, tivemos muitas preocupações e em cinco meses deu para arrumar a casa e tratarmos de aspetos legais.
 

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