Jogo Duplo: O caso do dinheiro do Leixões que pode nunca ter chegado às mãos dos jogadores do Oriental

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Jogo Duplo: O caso do dinheiro do Leixões que pode nunca ter chegado às mãos dos jogadores do Oriental

Começou esta 5.ª feira em Lisboa o julgamento do processo ‘Jogo Duplo’, relativo à época de 2016/17. Os mais de 20 arguidos foram identificados e o “jogo” está praticamente no seu pontapé de saída. BnA vai tentar fazer um pouco de luz sobre o caso das apostas desportivas alegadamente combinadas.
Atente-se na factualidade relativa à análise de um dos jogos, o Oriental-Leixões, no qual, segundo a investigação, “foram detetadas variações bastante acentuadas e anómalas nas odds”, com uma forte pressão apostadora na derrota do Oriental antes do jogo e durante o decorrer do mesmo. O Oriental acabou por perder. Nesse jogo participaram alguns dos arguidos deste processo: Rafael Veloso, André Almeida e Diego Tavares, jogadores do Oriental. Os investigadores acreditam que “pelo menos André Almeida e Diego Tavares terão recebido quantias que poderão ascender a 7.500 euros” para desvirtuar o resultado do jogo, tudo a mando de Gustavo Oliveira e Carlos “Aranha”. No dia 25 de abril de 2016, Diego Tavares transferiu um pouco menos de metade do valor alegadamente ilicitamente auferido para o Brasil, ou seja, 3 mil euros. O que foi feito no Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Mais tarde, a 13 de maio, Hugo “Moedas” refere a João “Carela”, antigos jogadores do Leixões, que o dinheiro que o Leixões havia dado para ganhar o jogo “ficou com o Pedro Alves, o Abel e um outro Pedro” e que estes “nada deram aos jogadores”.
 

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