Finalmente um jogador de póquer nas primeiras páginas

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Finalmente um jogador de póquer nas primeiras páginas


 
Para aqueles que se dizem cansados das capas dos jornais desportivos, sempre a baterem nos mesmos cromos, sempre a insistirem no ludopédio, este é um bom dia. Finalmente temos em grande destaque um não futebolista. O póquer, praticado por milhares de portugueses sobretudo em suporte digital, tem finalmente a devida relevância! Já sabíamos que os holandeses não são muitos mas são espertos – até ficaram, há uns séculos, com os nossos melhores marranos -, agora tivemos a confirmação de que também têm excelentes mãos (e pés, já agora).
Bas, para JJ, e Dost, para o público em geral, marcou 4 golos e podia ter marcado 5 mas falhou o 3.º penálti em Tondela (esteve quase a falhar o 2.º mas o guarda-redes Cláudio Ramos deixou passar o passarinho sob o sovaco) e pode não ser ainda um exímio marcador de pontapés da marca dos 11 metros mas é, sem dúvida, um goleador de estalo para o nosso futebol, ele que andava a comer o pó das prateleiras da Bundesliga.
As manchetes dos ‘desportivos’ a propósito de Bas, para o mestre, e Dost, para a maralha, não são propriamente muito criativas mas há momentos em que a imaginação aproveita o dia de Sol e vai dar uma voltinha até à praia, deixando-nos apenas com a alternativa de recuperar velhas chapas de zinco.
Por fim, para não vos maçar muito, que até eu sei que hoje é domingo, aqui trago a ‘primeira’ do “l’Equipe”. Uma capa profundamente inspirada no Bruxó de Fafé, Ferdinand Nogueirá.
 

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