Jardel quer dirigir escola de cabeceadores no FC Porto

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Jardel quer dirigir escola de cabeceadores no FC Porto

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Quando chegou ao Porto, no verão de 1996, Mário Jardel partilhou o hotel na sua primeira noite com outro reforço portista, o central uruguaio Díaz. No amanhecer de um novo dia, os jornalistas portugueses surpreenderam os dois no “Tivoli”, onde os dragões estagiavam, e Pinto da Costa tratou logo de informar que um desses reforços, o mais alto, quase um gigante, vinha para o basquete. Não se estava a referir a Mário Jardel, que em vez de vir para o FC Porto esteve quase a assinar pelo Glasgow Rangers, o que só não aconteceu porque na Escócia não validaram as suas internacionalizações. O “basquetebolista” era Alejandro Díaz, que em três épocas jogou 9 minutos pelo FC Porto.
Depois de ter estado na Sporting TV, Jardel esteve no Porto Canal (a que chamou Porto TV), onde foi entrevistado por Rui Cerqueira, que não se cansou de bater na tecla “golos do Jardel ao Benfica”, perdendo-se 5 longos minutos a recordar o famoso Campomaiorense-FC Porto que a equipa alentejana venceu por 1-0, sob a arbitragem de Bruno Paixão. Por acaso, Jardel pensava que tinha saído vencedor dessa partida que, não se entende bem porquê, não está a passar em loop no museu do FC Porto (fica a sugestão).
Super Mário aproveitou para deixar também uma sugestão. Ele gostava bastante de poder dirigir uma escola de cabeceadores. No FC Porto, precisou quem diz ter segredos para revelar nessa arte. Pinto da Costa devia estar a ver mas se não viu pode sempre recorrer à box.

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