Duarte Gomes anda a comer muito queijo da serra

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Sob o título harakiri, o antigo árbitro Duarte Gomes assumiu uma posição muito crítica em relação ao recuo dos árbitros em relação à greve anunciada para esta jornada. “Uma paragem é a bomba atómica, o fim da linha. É o recurso final. E é para usar no momento certo (como agora) e com coragem. Coragem!!”, escreveu no seu site.

“A greve é uma decisão de classe que não pressupõe receio de consequências regulamentares ou disciplinares. A greve não é um pedido avulso de dispensa, que é aquilo que se faz quando se quer ir a um batizado ou a um casamento. A greve é uma tomada de posição firme e inequívoca. Do todos. De todo o grupo. Mas não foi. E como se usou a porta mais pequenina, a saída mais rasteira, a do suterfúgio regulamentar… criou-se um problema enorme para o Conselho de Arbitragem”, desenvolveu.

“Das duas uma: ou os árbitros retiravam (ou adiavam) essa solicitação… ou ela não tinha cabimento regulamentar e o CA tinha que os nomear na mesma”, acrescentou ainda.

Duarte Gomes apenas se esqueceu que há não muito anos furou com Pedro Proença, em pleno estágio dos árbitros que decorria na Covilhã, uma posição de força parecida com esta e que levou ao castigo de dois árbitros que se mantiveram fiéis aos princípios acordados pela classe, João Ferreira, atual membro do CA da FPF, e Paulo Baptista.

 

 

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