José Marinho e a AG do FC Porto: “Não houve cadeiras no ar porque, se calhar, estavam hipotecadas”

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“Não houve cadeiras no ar porque, se calhar, estavam hipotecadas”. Foi este o comentário de José Marinho, responsável pelo ambiente digital do Benfica, à assembleia geral do FC Porto que esta 2.ª feira aprovou as contas do clube com a presença de duas centenas de associados e apenas uma voz contestatária, a do médio Martins Soares, em tempos opositor de Pinto da Costa em eleições nas quais o atual presidente concorrente sozinho.

Na assembleia, foi prometido aos sócios do FC Porto que o período de 4 anos sob controlo financeiro da UEFA será reduzido para três anos. A assembleia, como é norma, foi tranquilo, exceto quando Martins Soares usou da palavra. Não houve mesmo cadeiras pelo ar, como aconteceu na última AG do Benfica. Se estão hipotecadas ou não, acredita-se que não será por aí que estará em causa o futuro do FC Porto…

 

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