O presidente que fechou a Liga e mandou os outros para a lavagem automática goza agora a sua liberdade

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Foi, provavelmente, o mais improvável dos presidentes da Liga, desde que bateu Luís Duque nas eleições. Mário Figueiredo acabou o seu percurso como líder da Liga praticamente sozinho mas deixou muitas histórias para contar. Como o dia em que fechou a Liga aos presidentes de clube, entre os quais Pinto da Costa, que tiveram de reunir junto da lavagem automático da estação de serviço que fica à frente da sede mandada construir por Valentim Loureiro. Pois bem, Mário Figueiredo parece estar a gozar bem os seus tempos de liberdade e de quase anonimato. Ei-lo este fim de semana no Douro, em São Leonardo de Galafura, com uma máquina a sério e uma citação de Torga para oferecer:

À proa de um navio de penedos, 
A navegar num doce mar de mosto,
Capitão no seu posto de comando,
S Leonardo vai sulcando 
As ondas da Eternidade,
Sem pressa de chegar ao seu destino, Ancorado e feliz no cais humano,
É num antecipado desengano
Que ruma em direcção ao cais divino.

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