O adeus a um dirigente que já não se usa

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Lembro-me bem dele quando era presidente do Desportivo de Chaves. Sempre afável, como todos os transmontanos, sempre pronto para nos dar uma notícia, só em circunstâncias muito especiais incapaz de atender o telefone. Sim, porque sou do tempo em que falávamos com os presidentes, os treinadores e até, imagine-se, com os jogadores. Muitas vezes eram mesmos os presidentes a pegar no telefone para nos dar notícias. Muito mudou mas a gratidão não. É o que aqui deixo a Emílio Macedo, falecido ontem aos 93 anos. Um dirigente que já não se usa e que me habituei a ver também nas viagens ao estrangeiro do FC Porto, clube de que era também adepto. Um homem bom, que não se serviu do futebol para ser melhor.

Emílio Macedo ficará para sempre na história como o presidente da primeira subida à primeira divisão (1985/86) e da ida às competições europeias (1987/88), marcas indeléveis dos seus mandatos, conforme faz notar, e bem, o Desportivo de Chaves.

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