O velho campo dos sonhos do Leixões [vídeo]

Foi no Campo de Santana, hoje no centro de Matosinhos, outrora desterrado junto a um bairro a que até chamaram Tarrafal (que persiste e se vê na imagem), que o Leixões escreveu a ouro algumas das páginas da sua histórias, entre as quais a de uma das maiores remontadas das competições europeias.

O Campo de Santana e a sua bancada de madeira coberta a chapa de cinco foi entretanto trocado pelo Estádio do Mar, erguido sobre o dízimo dos cabazes de sardinha, e foi caíndo no esquecimento, transformando-se primeiro num local de armazenagem de toros e mais recentemente num improvisado parque de estacionamento.

Há um par de anos, a Câmara Municipal de Matosinhos prometeu devolve-lo ao Leixões, para que as camadas de formação do clube, que andam espalhadas por campos do concelho, pudessem ter boas condições de trabalho. Mas o Tribunal de Contas chumbou o projeto e este voltou à gaveta.

Mas há leixonenses que não se esquecem. É o caso de Jorge “Pisco”, último preso político a ser libertado no Porto em abril de 1974. Foi ele quem reuniu muitos leixonenses no pó do Santana. Porque acredita que é ainda possível voltar a dar vida a este palco de sonhos.

Nós também acreditamos.

 

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