“Há hooligans nas claques portuguesas”, refere especialista português [vídeo]

 

“O movimento ultra tem como objetivo estar sempre nos estádios, tem coreografias próprias, enquanto as claques têm como principal objetivo apoiar sempre a equipa, enquanto os hooligans têm como intenção a confrontação com o adepto do adversário, de aí retirando prazer”, esta é uma das conclusões de David Seabra, um especialista no estudo destes fenómenos, que recentemente esteve no Porto, numa palestra subordinada ao tema As Claques portuenses e a experiência social dos seus membros, realizada na Fundação Eng.º António de Almeida e promovida pela SPAE.

“Nas claques portuguesas existem hooligans que pensam como hooligans e estamos a evoluir no sentido de um modelo que mistura claques de futebol com hooliganismo”, referiu quem não se surpreendeu com a recente morte de um membro da claque da Fiorentina junto ao Estádio da Luz.

Vídeo de Vítor Oliveira Jorge

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