O que Rui Santos construiu foi apenas obra sua sobre a inveja dos outros

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As críticas e o gozo pegado a propósito da taça que Rui Santos acaba de entregar a Rui Vitória apenas confirmam a notoriedade e a importância do comentador da SIC e cronista do Record no nosso meio desportivo/social. Ninguém passa indiferente ao Rui. Com uma carreira construída com as suas mãos, vencendo o estigma de ser o sobrinho dileto de Vítor Santos, “O Chefe” de A Bola, o Rui Santos sempre assumiu as suas ideias e as suas preferências. Fez amigos e inimigos, obviamente. Depois de sair de A Bola, com o cargo de chefe de redação, num processo em que nenhuma das partes ganhou, o Rui soube agarrar a oportunidade de ser comentador da SIC e inaugurou uma nova forma de comentar futebol na televisão. O “Tempo Extra” está na história da televisão em Portugal e até já se reinventou. Quanto aos troféus que o Rui decidiu entregar no final de todas as épocas, é lá com ele. A verdade é que os laureados aparecem sempre para receber o caneco. O resto é a inveja dos vencidos da vida. O Rui já mostrou que é um ganhador mas nem por isso temos de estar sempre de acordo com ele.

Ainda a propósito, aqui deixo um comentário de Jorge Gomes, um dos homens-sombra do sucesso do Benfica nos últimos anos:

“Hoje assisti, em direto, num canal televisivo a um ato revestido de falta de vergonha por parte do seu autor, ao entregar um dito “prémio” a um profissional, que num passado ainda recente foi ultrajado e mal tratado por esse “profeta” do futebol. Aquele que em nome da sua “verdade” faz e desfaz personalidades com a facilidade com que brinca com as palavras. Tanta coisa disse dele, tantas foram as vezes que sorriu quando dele diziam “cobras e lagartos”, tanto protegeu quem insultou a dignidade de um profissional integro e homem de bons costumes e bem formado e agora com a maior cara de pau diz, “tenho muito gosto em entregar-lhe um trofeu criado por mim e que permeia aquele que foi o melhor treinador da época”. Haja vergonha e memória. Se duvidas houvesse, hoje, RV mostrou uma vez mais ser um SENHOR, neste futebol. Pode continuar a ganhar ou eventualmente perder, mas é e será sempre um SENHOR, neste campo minado que é a vida.”

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