Vítor Oliveira merece mais um bolo de bolacha da Adega Leixões

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Aí vai a 10.ª subida de divisão para Vítor Oliveira. Paços de Ferreira (1990-1991), Académica (1996-1997), União de Leiria (1997-1998), Belenenses (1998-1999), Leixões (2006-2007), Arouca (2012-2013), Moreirense (2013-2014), União da Madeira (2014-2015), Desportivo de Chaves (2015-2016) e agora o Portimonense. Desde 2012 que o treinador de 62 anos nascido em Matosinhos leva as suas equipas de elevador. O técnico para quem o melhor treinador “é o que copia mais” é um homem de convicções e encontrou na 2.ª Liga a sua zona de conforto, depois de não ter sido muito feliz no comando de Sp.Braga e V.Guimarães (de onde saiu depois de dar um soco a um adepto), por exemplo. Os amigos chamam-lhe “O Cabeças” e têm razão: está na sua cabeça o segredo de tanto sucesso. Vítor Oliveira não aceita qualquer desafio e gosta de fazer os seus plantéis. Antes do início da época, tinha em cima da mesa propostas do Desportivo das Aves e do Portimonense. Escolheu o Algarve mas, curiosamente, o Aves também se prepara para subir. O Vítor da Rua Brito e Cunha pode ir mais uma vez comer tranquilamente o seu bolo de bolacha à vizinha Rua de França Júnior, na Adega Leixões que tão bem conhece desde a sua infância. E na próxima época só tem de escolher. Até pode ser que volte ao Leixões, como coordenador de todo o futebol…

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