Todos os nomes que constam da cartilha benfiquista revelados por um defensor da propaganda positiva do futebol

No “Universo Porto” quase tudo gira à volta do planeta Benfica. O programa de ontem à noite, por exemplo, começou com o Moreirense-Benfica, para dissecar não só o lance do golo mas também o momento que o antecedeu. Lamentavelmente nada tiveram a dizer sobre a entrada das equipas em casa mas quer-nos parecer que o Benfica entrou ligeiramente à frente. Mais um erro grave do árbitro Tiago Martins, dizemos nós.

Mas a parte, digamos, de leão do programa estava reservada para a tal cartilha que por milagre foi cair ao e-mail de Francisco Wikileaks Marques, declarado defensor de “uma propaganda positiva do futebol” (podíamos aqui falar um pouco mais de propaganda mas não é necessário). O Porto Canal, cujas audiências não são propriamente empolgantes, continua a captar todo um universo de tele-espectadores benfiquistas. Efeitos colaterais que também ajudam a esta festa que preenche um certo vazio de paineleirices à 3.ª feira (a meia horita do Tempo Extra de Rui Santos, na SIC Notícias, sabe sempre a pouco).

“O Carlos Janela é o autor da cartilha, é ele que escreve e que envia. E não escreve há um mês, nem a dois ou à três. O Pedro Guerra não vai ao mail há muito tempo. Luís Filipe, Vieira, o diretor de comunicação, o Hélder Conduto, o José Nuno Martins e o Orlando Dias recebem a cartilha. Desde 2009, recebem a cartilha António Figueiredo, João Gobern, Telmo Correia, Leonor Pinhão e Jaime Antunes. Desde 2012, Pedro Guerra e José Calado. Desde 2014, André Ventura, Domingos Amaral, Pedro Adão e Silva e João Alves. Comentadores da BTV: António Rola e Fernando Seara. Outros comentadores: António Pedro Vasconcelos e Diamantino Miranda. Não recebem a cartilha mas recebem notas, Rui Pedro Brás e José Nunes”, disparou o Jota, que garantiu que o FC Porto “não tem cartilha”.

J. Marques está aqui e está como o Pedro Guerra, tornando-se no grande alvo das selfies dos adeptos portistas em dia de jogo.

Entretanto, na Luz prossegue a investigação sobre a “toupeira”, interna ou externa, que colocou toda esta informação nas mãos do antigo editor do desporto da Lusa e do “Jornal de Notícias”, muito preocupado com aqueles que penhoradamente “pensam pela cabeça dos outros”, ele que garante nunca ter branqueado o ‘Apito Dourado’, fazendo questão de dizer, isso sim, que descobriu cedo a careca do Ricardo Costa, o advogado que condenou o FC Porto e Pinto da Costa por tentativa de corrupção.

O Xico é um visionário!

 

 

 

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