Bruno: Do lápis vermelho à colagem ao slogan de Trump

Bruno de Carvalho quer que a Federação fique apenas com a seleção e o futebol amador, deixando a disciplina e a arbitragem de fora. “O modelo inglês era perfeito”, sugeriu, depois de dizer que a direção tem sempre de “negociar apoios e votos”. Para o presidente do Sporting, o modelo de organização do nosso futebol está errado. “Não podemos ter pessoas mais papista que o Papa”, disse, sempre consciente da sua personalidade. “Dar o maior castigo desde o Apito Dourado é uma espécie de cultura mudando a cor do lápis”, disse sobre os 113 dias de suspensão com que foi penalizado. Para que não ficassem dúvidas, e revelando ser um homem com uma certa cultura, disse que o famoso lápis mudou de cor de azul para vermelho. Na entrevista que deu na TVI 24, BdC contou, para além do entrevistador José Alberto Carvalho, Dias Ferreira, José Pina e José Eduardo. Dias Ferreira aproveitou o momento para dizer que teve muita pena de há seis anos “não me ter junto a si” em vez de estar do outro lado da barricada. “O Bruno de Carvalho põe o Sporting acima”, sublinhou, para que dúvidas não houvesse sobre o seu apoio ao presidente.

“Reconheci-me no texto do “The Guardian” mas o título não é o mais feliz e o que eles quiseram dizer foi aqui está um homem que chega e, tal como Trump disse da América, diz vamos pôr de novo o Sporting grande”, comentou ainda sobre a associação que recentemente o jornal inglês fez.

Anúncios