Tochas, petardos e as matrículas que Bernardino Barros recebeu de Lisboa

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O Benfica foi multado em 5.585 euros pelo lançamento de 33 elementos pirotécnicos durante e no final do Paços de Ferreira-Benfica. Um desses elementos, uma tocha, foi lançado na direção da equipa, quando esta se preparava para ir agradecer aos seus adeptos o apoio, conforme esta imagem BnA demonstra.  Outras tochas tiveram como destino o sector onde se encontravam os adeptos pacenses. O tema foi ontem aflorado no programa desportivo do Porto Canal, com Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, a dizer que o Benfica “goza de um regime de exceção” e que  “continua a beneficiar do beneplácito do Ministério Público, da polícia, da Federação e da Liga” em relação às claques que diz não apoiar mas que apoia, na sua opinião, efetivamente. Foi lembrado também que a pena para comportamentos deste tipo por parte de claques organizadas é a realização de jogos à porta fecha. “Não queremos que o Benfica-FC Porto seja à porta fechada, só queremos que haja decência”. No mesmo programa, Bernardino Barros revelou a informação que lhe foi transmitida por um empregado da Europcar, que em Lisboa alugou quatro carrinhos que terão sido pagas em cash pelo Benfica. Carrinhas para transportar adeptos, diga-se, o que, na opinião do comentador, contraria a tese de que o Benfica não reconhece nem apoia qualquer grupo organizado de adeptos. Bernardino foi ao ponto de revelar os números das matrículas das carrinhas alugadas…

 

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