Pedro Guerra revela conversa de Pinto da Costa com Couceiro e os árbitros ao intervalo do FC Porto-V.Setúbal

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Pedro Guerra revelou ontem, no programa “Prolongamento”, da TVI 24, que Pinto da Costa desceu ao intervalo à zona técnica e aí interpelou José Couceiro, dizendo-lhe “mas o que é isto, o que estão a fazer é antijogo”, tendo o antigo técnico do FC Porto respondido “foi assim que fomos à Luz conseguir um pontinho”. Nessa altura, ainda segundo Guerra, surgiu a equipa de arbitragem dirigida por Manuel Oliveira, tendo o presidente do FC Porto dito “com vocês está tudo bem, não estejam preocupados”.

Para além disto, Pedro Guerra comentou a não participação do Benfica na gala da FPF e o comunicado recheado de críticas à Federação e à Liga. “Foi um murro na mesa”, classificou o ato. “Não estamos aqui com conversa de embalar” pois “a justiça tem de ser igual para todos”, numa referência ao recente castigo aplicado a Luís Filipe Vieira. “Estamos a assistir no sistema desporto português, a nível de justiça desportiva, a algo de preocupante e temos o direito de exigir que as entidades atuem com total igualdade”, desenvolveu.

“Não acho normal que Luís Filipe Vieira tenha sido condenado rapidamente, tal como aconteceu com Rui Costa e Rui Vitória também, quando Conselho de Disciplina conseguiu bater até o recorde do mundo”, acusou, lembrando que o CD tem desde 30 de novembro de 2015 um processo movido pelo Benfica contra o Sporting e alguns dos seus dirigentes a marinar. “Onde é que está esse processo?”, perguntou, para depois salientar que Pinto da Costa passou entre os pingos da chuva apesar do que disse após o jogo em Chaves. “Só porque tem um desabafo no camarote Luís Filipe Vieira é logo castigado?”, voltou a questionar-se, fazendo notar que há um “sentido metafórico” na linguagem do futebol e que o valor semântico da palavra “roubo” não é o literal. “Roubo quer dizer muita coisa no futebol”, tentou esclarecer.

Chamo ao Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, carinhosamente Talibã Marques

“Já me venderam a tese de que o Benfica serve como exemplo para demonstrarem como são imparciais e duros” criticou, passando a bola da responsabilidade para Fernando Gomes e Pedro Proença. O primeiro, disse mesmo, “tem feito um mandato extraordinário mas não serve só para gerir as seleções, também tem de aturar na disciplina”, não bastando dizer “que a justiça está a funcionar”.

Pedro Guerra considerou ainda Bruno de Carvalho “o campeão do Facebook”, citando-o quando escreveu nesta rede social que “quem rouba tem de ser preso” e que “o que parece trampa sabe a trampa”. O que originou uma participação disciplinar, tendo a Liga respondido ao Benfica que estas declarações tinham sido convertidas em processo disciplinar em maio do ano passado. “O que é que aconteceu a este processo?”, atirou quem no mesmo programa deu o seguinte nome ao diretor de comunicação do FC Porto: “Talibã Marques”. Fazendo questão de dizer que o trata assim “carinhosamente”.

 

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