FC Porto: Há uma luz no fundo do túnel de Turim

 

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Depois de um período menos bom, que exasperou mesmo as suas vozes públicas, com especial destaque para Rodolfo Reis e Manuel Serrão, dois verdadeiros pontas-de-lança nos programas de paineleiros, o FC Porto recuperou a sua alma e Nuno Espírito Santo foi calando quem dizia que não tinha estaleca para ocupar a cadeira de sonho.

Depois de uma série incrível de cinco empates que fizeram abanar estruturas de Contumil à mais recôndita das filias, que supomos ser na Austrália, o FC Porto registou um percurso excelente, com 14 vitórias em 18 jogos, tendo perdido apenas frente ao Moreirense, na Taça da Liga, e à Juventus, na Champions. Esta última derrota ainda pode ser compensada hoje. Marcar um golo em Turim não é fácil perante uma equipa que já não sabe o que é perder em casa, marcar dois e não sofrer ainda é mais complicado. Mas há ainda a tal luzinha ao fundo do túnel (e não, não estamos já a apontar para o clássico que está em rota de colisão com a realidade).

Essa luz brilha mais graças à confiança que a equipa portista tem revelado nos relvados, sobretudo desde que Soares chegou e começou a faturar. Faltava uma peça no puzzle de Nuno e muitas vezes ele deve ter pensado no assunto quando dispunha na mesa os cubinhos de açúcar, como gosta de fazer quando explica aos amigos táticas e sobretudo processos.

A Juventus tem tudo do seu lado daqui a um bocado mas o FC Porto nada tem a perder. Já chegou onde muitos não chegaram e ainda não está fora. Ainda tem uma palavra a dizer. Se a disser primeiro e rapidamente, vamos ter emoção. Que é o que todos queremos, afinal.

 

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